O Kabine nasceu de um problema simples de descrever e difícil de resolver: a revenda de veículos usados roda em planilha, papel e grupo de WhatsApp, e o dono descobre o lucro real só quando já é tarde para agir. O estoque está numa aba, a avaliação de troca é feita de cabeça no balcão, o contrato é preenchido à mão e o financeiro vive num caderno separado. Cada parte funciona sozinha — e é exatamente aí que a informação se perde.

Por que um sistema só

Não adianta digitalizar cada etapa separadamente se elas continuam sem conversar entre si. O Kabine existe para que o estoque, a avaliação de troca, a venda, o contrato e o financeiro leiam os mesmos dados — o mesmo veículo, o mesmo cliente, o mesmo caixa — em vez de serem cinco sistemas (ou cinco planilhas) fingindo ser um só.

Como pensamos o produto

Cada decisão de produto parte de uma pergunta simples: isso faz o dia de trabalho do vendedor, do gerente ou do financeiro ficar mais rápido, ou só parece bonito numa tela? É por isso que o cadastro de um veículo começa pela placa, que a avaliação de troca segue um método e não uma negociação de cabeça, que todo custo entra na ficha do próprio carro, e que o Kopiloto no WhatsApp existe para quem não vai abrir um sistema no meio do pátio.

Para quem é o Kabine

Para a revenda que já sabe vender carro, mas ainda organiza a operação numa planilha que só uma pessoa entende direito. Não é um ERP genérico adaptado para veículos — é pensado desde o início para quem compra, recondiciona e vende carro usado todos os dias.